Arte do ex-libris japonês

A arte de talhar a madeira para se fazer os mais belos ícones para identificar os livros.

http://www.yomiuri.co.jp/dy/columns/0005/lens139.htm



Escrito por Patente às 18:10
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Olha só:

1) Entre em www.google.com.br

2) Escreva "failure", sem as aspas (fracasso, em inglês)

3) Clique em "Estou com sorte"

4) Veja o que aparece... E espalhe por aí, antes que o Google se dê conta.



Escrito por Patente às 12:43
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19ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO
Data: de 9 a 19 de março de 2006
Horário: das 10h às 22h Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - São Paulo - SP
Ingressos: R$ 10. Estudantes e aposentados pagam meia. Grátis para menores de 12 anos, maiores de 65 anos, deficientes e profisionais do livro.



Escrito por Patente às 17:32
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Crazies

Barra de cereias de do Che Guevara,

Bichos de pelúcia de filósofos, políticos...

Relógios do Einsten

Barra de cereais, gravata de Freud e Whitman, Marionetes de Shakespeare, Jung, Jane Austen

Um barato!!!!

http://www.philosophersguild.com/index.lasso?page_mode=home



Escrito por Patente às 21:02
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Book

Se Tom Jobim estivesse vivo, com certeza o Rio estaria em festa: o maestro haveria completado 79 anos, em janeiro de 2006. Tom morreu em dezembro de 1994. O Brasil perdeu não só um dos maiores músicos que já teve, mas uma pessoa que sabia da alma brasileira, um mito acessível, como se fosse um Villa Lobos avô e vizinho.

No livro A onda que se ergueu do mar, sobre a bossa nova, que não por acaso tem na capa o Tom pescando, Ruy Castro diz o seguinte:


"Todas as vezes que Tom abriu o piano, o mundo melhorou. Mesmo que por poucos minutos, tornou-se um mundo mais harmônico, melódico e poético. Todas as desgraças individuais ou coletivas pareciam menores porque, naquele momento, havia um homem dedicando-se a produzir beleza. O que resultasse de seu gesto de abrir o piano - uma nota, um acorde, uma canção - vinha tão carregado de excelência, sensibilidade e sabedoria que, expostos à sua criação, todos nós, seus ouvintes, também melhorávamos como seres humanos."

Quando Tom morreu, quase que uma “grande revista” nacional ficou com fama de “coveira”. Na semana anterior, tinha publicado um “perfil” com Tom. E olha que, se a memória não estiver falhando, não foi a primeira vez que perfil da Veja virou necrológio. Tanto que parece que a coluna sumiu...



Escrito por Patente às 18:03
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Ontoweb - a nova era das ferramentas de busca

Internet e motores de busca são quase sinônimos. Segundo os especialistas, as ferramentas das próximas gerações serão capazes de "raciocinar" e "entender" aquilo que está sendo buscado, oferecendo respostas contextualizadas e com maior precisão e qualidade. Pois bem, acaba de surgir no Brasil uma nova tecnologia, que promete antecipar a chegada do futuro.

Trata-se do Ontoweb. As ferramentas de busca nasceram praticamente junto com a interface www da internet. Na primeira geração, tivemos os diretórios (Yahoo! e similares). Logo em seguida, vieram os robôs (spiders) e as tecnologias automatizadas (Altavista). A terceira geração veio com os metabuscadores (Miner´s). Logo em seguida, veio mais refinamento na organização dos resultados (All The Web). O Google, reunindo sofisticação e muita abrangência, trouxe o Page Rank para a web, e marca a quinta geração. Juntar vários tipos de arquivos diferentes em uma mesma busca (textos e imagens, por exemplo) é o foco da sexta geração (A9), que está se desenvolvendo.

A sétima geração é marcada pela qualidade na seleção das informações, por meio das análises inteligentes de conteúdo, e ela já está na internet com o Ontoweb, um incrível e inteligente motor de busca, baseado em ontologias e técnicas de inteligência artificial, que é capaz de "pensar" durante a seleção das informações. O Ontoweb é o primeiro buscador do mundo a trabalhar com engenharia de ontologias, e é fruto de um projeto de desenvolvimento científico, utilizando semânticas e estruturas valorativas para contextualizar as buscas e refinar os resultados.

O uso das ontologias é um dos principais segredos da nova ferramenta (daí o nome Ontoweb), e é também um dos principais fatores responsáveis pela alta qualidade dos seus resultados.

Junto com as ontologias, ele utiliza tecnologias inteligentes como PCE — Pesquisa Contextual Estruturada, RC2D — Representação do Conhecimento Contextualizado Dinamicamente, Mineração de Textos e Raciocínio Baseado em Casos. O novo motor de busca também faz hierarquização de conteúdos com base em métricas de similaridade e engenharia do conhecimento, e permite a visualização gráfica de séries históricas de informações. Experimente, por exemplo, realizar buscas com as expressões "lavagem de dinheiro", "governo eletrônico" ou "drogas", para ver como funcionam as buscas por aproximação conceitual. Além disso, ele também é a primeira ferramenta de busca do mundo especialmente focada em governo eletrônico, pois tem como fontes de informação órgãos governamentais de mídia eletrônica, somados a fontes digitais comunitárias e livres, gerando alta capilaridade no contato informacional direto entre governo e cidadão. O modelo inovador de desenvolvimento tecnológico do Ontoweb também permite que sejam feitas comparações entre textos.

Experimente utilizar uma notícia inteira como texto de busca. A versão atual comporta entradas com até 7.000 caracteres, sendo que já foram realizados testes positivos com mais de 30 mil palavras (praticamente um capítulo de um livro). Vale lembrar que o Google, líder mundial do mercado, aceita somente 256 caracteres em sua versão padrão. Essa inovação tecnológica projeta a tendência de, no futuro, o Ontoweb atuar com um buscador para todos os tipos de assunto. Essa maneabilidade é possível graças à forte qualificação cientifica da equipe que desenvolve o projeto, com um histórico de mais de 10 anos de pesquisas de ponta nas áreas de Gestão do Conhecimento, Inteligência Artificial, Governo Eletrônico e Sociedade da Informação, os quais geraram mais de 200 trabalhos publicados em países como França, Estados Unidos, China, Índia, Escócia, Espanha, Itália, Alemanha, Noruega, México, Chile, Inglaterra, Argentina, Portugal e Grécia, entre outros, além de 17 produtos tecnológicos já patenteados.

No último Congresso Mundial de Computação, por exemplo, realizado em Toulouse, na França, o grupo de pesquisadores que desenvolve o Ontoweb superou instituições como a Nasa, a IBM e a Siemens em volume de trabalhos selecionados para publicação. E em pelo menos outras três ocasiões o mesmo grupo de cientistas ficou em primeiro lugar mundial em renomados fóruns científicos internacionais, em Edimburgo (2003), Madri (2004) e Lisboa (2005), superando as universidades e centros de pesquisas mais desenvolvidos do planeta. Além de ser desenvolvido e hospedado no Brasil, o Ontoweb é livre e gratuito, não apresenta banners e não requer cadastro para sua utilização. Como ele não adota a prática de comercializar o ranking dos resultados, as buscas são mais fieis aos conceitos procurados, ou seja, o único fator que influencia na seleção dos documentos é o mapa conceitual da pesquisa solicitada. Será o fim do império do Google? Ainda não se sabe, mas, com certeza, é o início de uma nova era na gestão do conhecimento.

Fonte: http://conjur.estadao.com.br/static/text/41493,1 Revista Consultor Jurídico, 1 de fevereiro de 2006 por Hugo Cesar Hoeschl

(A Informação)

 



Escrito por Patente às 19:54
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Livro Ex libris de Ross King

 

Se você gosta de livros, você amará esta história de um manuscrito desaparecido e do homem contratado para encontrá-lo. Nada é o que parece, e você começará intrigado com o drama, quem você segue o livreiro Isaac Inchbold de Londres em torno de Inglaterra do ano de 1660.



Escrito por Patente às 12:10
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Filme Vinho de Rosas



Escrito por Patente às 11:43
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Angel



Escrito por Patente às 11:42
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Casa Pré-Fabricada

A7+      Bm      A7+    Bm   Dm   E        A7+   
Abre os teus armários eu estou a te esperar,
       Bm     E     F#m     F°           Bm        E
Para ver deitar o sol   sobre os teus braços, castos
A7+      Bm    A7+  Bm       Dm      E     A7+   
Cobre a culpa vã,    até amanhã eu vou ficar,
     Bm      E       F#m   F°     Bm        E
E fazer do teu sorriso   um abrigo

F#m                  C#m             Bm      E         
Canta que é no canto que eu vou chegar
F#m                  C#m               Bm         E
Canta o teu encanto que é pra me encantar
F#m             C#m    Bm                  E                A7+    
Canta para mim,    qualquer coisa assim sobre você
       Bm      E     A7+ D        E   
Que explique a minha paz,tristeza nunca

A7+        Bm      A7+        Bm    Dm          E    A7+   
Mais vale o meu pranto que este canto em solidão,
             Bm       E       F#m     F°      Bm       E
Nesta espera o mundo gira em linhas tortas
A7+    Bm    A7+    Bm         Dm   E         A7+   
Abre essa janela     a    Primavera quer entrar
         Bm      E      F#m    F°    Bm        E
Pra fazer da nossa voz uma só nota

F#m                  C#m             Bm      E   
Canto que é de canto que eu vou chegar,
F#m                    C#m               Bm       E   
Canto e toco um tanto que é pra te encantar
F#m            C#m    Bm          E             A7+    
Canto para mim,   qualquer coisa assim sobre você
       Bm      E     A7+ D         E     A7+
Que explique a minha paz,tristeza  nunca mais



Escrito por Patente às 17:07
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Joseph Rock

 

Ex-Libris de Joseph Rock que explorou o oeste da China entre 1920 e 1930, colecionando plantas e escrevendo artigos para a revista National Geographic. Ele passou os últimos anos de sua vida em Seattle (EUA) e vendeu a sua coleção de livros para a University of Washington for $25,000. Seu acervo de fotografias está disponível em http://www.pratyeka.org/rock/

 



Escrito por Patente às 20:45
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Agência Nacional de Leitura


Agência Nacional de Leitura, órgão paraestatal como o Sebrae

“Queríamos um órgão que não sofresse risco de contingenciamento, para
que seja possível uma política de Estado permanente”

Rachel Bertol escreve para “O Globo”:

O ano de 2006 é o tudo ou nada para os gestores de políticas do livro e
da leitura no governo Lula:

em ano eleitoral, corre-se para aprovar, até o fim de março, a Agência
Nacional de Leitura, órgão paraestatal que funcionará nos moldes de
entidades privadas como o Sebrae, de incentivo a microempresas, ou o
Serviço de Responsabilidade Social na Indústria (Sesi).

A principal meta é difundir o hábito de ler, através de ações variadas,
como o apoio a bibliotecas, a capacitação de profissionais, a realização
de pesquisas.

Os recursos virão da cadeia produtiva (editoras, distribuidores,
livreiros, gráficas) que tem uma dívida social com o país:

no fim de 2004, o setor se beneficiou da isenção total de impostos e, em
troca, se comprometeu a contribuir com 1% de suas vendas para um fundo
de estímulo à leitura — o qual, mais de um ano depois, só recebeu cerca
de R$ 1 milhão até agora, segundo o governo.

Isso num universo potencial de contribuições que se estima em R$ 85 milhões.

“Mas a Agência ainda não foi criada. Com a proximidade da aprovação do
projeto, muitas empresas já começaram a contribuir de maneira mais
efetiva. Foram as próprias empresas que sugeriram a contribuição
voluntária”, afirma Galeno Amorim, presidente do conselho diretivo do
Vivaleitura, nome dado às atividades do ano ibero-americano de leitura,
em 2005.

Criação do Selo Pró-Leitura de responsabilidade social

No primeiro ano, estima-se que a Agência receberá R$ 45 milhões da
cadeia produtiva, valor que poderá subir para R$ 85 milhões no segundo.
>
Para garantir os recursos, as empresas que contribuírem ganharão o Selo
Pró-Leitura de responsabilidade social, a ser exigido em editais de
compra de livros pelo MinC ou pelo MEC, na obtenção de empréstimos no
BNDES, assim como em outras medidas de estímulo.

A criação da Agência integra o Plano Nacional do Livro e Leitura, que
será lançado na Bienal do Livro de São Paulo, em março, dentro das
diretrizes básicas de uma política do livro até 2022.

“Queríamos um órgão que não sofresse risco de contingenciamento, para
que seja possível uma política de Estado permanente. O entendimento com
o ministro Antonio Palocci (da Fazenda) foi a criação de uma agência
autônoma. Para cada real que o setor privado contribuir, o Estado
brasileiro vai entrar com outro real”, afirma Galeno, que trabalhou na
secretaria de cultura de Ribeirão Preto na gestão de Palocci.

Portanto, no cenário ideal, em seu primeiro ano a Agência poderá
movimentar R$ 90 milhões, acima dos R$ 23,9 milhões que o MinC destinou
ao livro em 2005.

Há ações urgentes que se esperam da Agência, como a realização de nova
pesquisa sobre hábitos de leitura, já que a última foi realizada há seis
anos.

O quadro da leitura no Brasil é grave, levando-se em conta que, segundo
o Instituto Paulo Montenegro, somente um entre quatro jovens e adultos
brasileiros consegue compreender totalmente as informações de um texto.

Hoje, a política do livro é de responsabilidade da Biblioteca Nacional,
mas a nova Agência deverá absorver parte dessas atribuições.
(O Globo, 21/1)


Escrito por Patente às 18:24
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Modelos de Ex-libris

 

 

 

 



Escrito por Patente às 18:21
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Ex-libris



Escrito por Patente às 18:10
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Mário Quintana - Devaneios



Sonho
Um poema que ao lê-lo, nem sentirias que ele já estivesse escrito, mas que fosse brotando, no mesmo instante, de teu próprio coração.

Tempo
Coisa que acaba de deixar a querida leitora um pouco mais velha ao chegar ao fim desta linha.

Veneração
Ah, esses livros que nos vêm às mãos, na Biblioteca Pública e que nos enchem os dedos de poeira. Não reclames, não. A poeira das bibliotecas é a verdadeira poeira dos séculos.

Vida
Só a poesia possui as coisas vivas. O resto é necropsia.



Escrito por Patente às 20:23
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Andarilho de Luz - Flávio Venturini

Uma estrela caiu
E nos desejou
Um amor maior que os andes
Das geleiras azuis

A montanha acordou
E emaranhou
Viajante solitário
Avião e vapor

Lua lua luou
E gravou no céu
O seu disco flutuante
Minha vista nevou

Andarilho de luz
Veio me trazer
Un sendero luminoso
Gavião e condor

Nas trincheiras do sol
Todos os irmãos
Mesma trilha guerrilheira
Violão e cantor

Quem pintou amanhã
Paz de bom pastor
Sentimento quebra gelo
Coração e calor



Escrito por Patente às 20:22
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Antoni Gaudí



Escrito por Patente às 20:27
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No dia 11 de janeiro de 1979 a música O meu Amor, de Chico Buarque foi proibida de tocar nas rádios.

 



Escrito por Patente às 14:52
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Quadrinhos



Escrito por Patente às 20:41
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Capitão Corelli

Na Grécia, em 1940, a Cefalônia é uma ilha paradisíaca que em breve será atingida pela guerra. Este momento é antecipado quando oito mil gregos derrotam quatorze mil italianos na fronteira com a Albânia, mas em pouco tempo Hitler prepara uma retaliação para ajudar Mussolini e logo toda a Grécia está ocupada. Mandras (Christian Bale), um pescador analfabeto que lá vive, lutou contra os italianos e faz parte da resistência. Ele também é noivo de Pelagia (Penelope Cruz), a filha de Iannis (John Hurt), o médico do local, que abriga o capitão Antonio Corelli (Nicolas Cage) por exigência das forças de ocupação. Inicialmente Pelagia rejeita qualquer forma de aproximação de Corelli, pois ele é o inimigo, mas enquanto Mandras esteve ausente a amizade entre Corelli e Pelagia cresceu. A beleza e inteligência dela conquistaram o coração do capitão e o afeto que ele tem com a comunidade o faz questionar sua razões para lutar. Antonio se torna parte da vida dos aldeões, mas o momento é passageiro e Antonio e Pelagia tem de escolher entre a submissão aos seus países e o amor eles sentem um pelo outro. Em 1943, os italianos se rendem na Europa e quando os alemães exigem que todos na ilha, inclusive os italianos, entreguem suas armas. Corelli não concorda e não confia nas promessas dos oficiais germânicos, assim decide junto com um grupo de homens ficar na ilha e defendê-la dos nazistas, apesar de ser impossível resistir ao poder bélico deles. Resumindo um romance de guerra. Muito bonito!




Escrito por Patente às 17:23
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BRASIL, Sudeste, BELO HORIZONTE, Mulher, de 26 a 35 anos, Arte e cultura, Música


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