Patrimônio Histórico

Tombamento pelo IPHAN - Patrimônio Histórico Artístico e Nacional - dos museus do Banco de Crédito Real, Mariano Procópio,Usina de Marmelos e Ferroviário, localizados em Juiz de Fora (MG).
"Os museus tombados relacionam-se a um período importante da história de Minas Gerais – a segunda metade do século XIX - quando Juiz de Fora se configurava estrategicamente como portal para o desenvolvimento do Estado. A Manchester Mineira, antiga Santo Antônio do Paraibuna, era, desde o período colonial, a porta do Estado, em razão dos caminhos que faziam a ligação das minas ao porto do Rio de Janeiro e proporcionavam as condições necessárias ao escoamento da produção cafeeira e industrial. O Caminho Novo, a Estrada do Paraibuna, a rodovia União e Indústria e a Ferrovia Central do Brasil foram as rotas que trouxeram para Juiz de Fora e, por seu intermédio para o Estado, a cultura dos bandeirantes, dos mineradores, dos cafeicultores, dos ferroviários e dos banqueiros e levaram para a Corte o ouro, as pedras preciosas, o minério e o café."
Imagem: Museu Mariano Procópio em Juiz de Fora (MG)
Fonte: http://www.iepha.mg.gov.br/noticia_museu_jf.htm
Escrito por Patente às 16:37
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O pior cego é o que não quer ver
Significado: Diz-se da pessoa que não quer ver o que está bem na sua frente. Nega-se a ver a verdade. Histórico: Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D'Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imagina era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.
Escrito por Patente às 16:58
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