Mário Quintana - Devaneios
Sonho Um poema que ao lê-lo, nem sentirias que ele já estivesse escrito, mas que fosse brotando, no mesmo instante, de teu próprio coração.
Tempo Coisa que acaba de deixar a querida leitora um pouco mais velha ao chegar ao fim desta linha.
Veneração Ah, esses livros que nos vêm às mãos, na Biblioteca Pública e que nos enchem os dedos de poeira. Não reclames, não. A poeira das bibliotecas é a verdadeira poeira dos séculos.
Vida Só a poesia possui as coisas vivas. O resto é necropsia.
Escrito por Patente às 20:23
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