Casa Pré-Fabricada
A7+ Bm A7+ Bm Dm E A7+ Abre os teus armários eu estou a te esperar, Bm E F#m F° Bm E Para ver deitar o sol sobre os teus braços, castos A7+ Bm A7+ Bm Dm E A7+ Cobre a culpa vã, até amanhã eu vou ficar, Bm E F#m F° Bm E E fazer do teu sorriso um abrigo
F#m C#m Bm E Canta que é no canto que eu vou chegar F#m C#m Bm E Canta o teu encanto que é pra me encantar F#m C#m Bm E A7+ Canta para mim, qualquer coisa assim sobre você Bm E A7+ D E Que explique a minha paz,tristeza nunca
A7+ Bm A7+ Bm Dm E A7+ Mais vale o meu pranto que este canto em solidão, Bm E F#m F° Bm E Nesta espera o mundo gira em linhas tortas A7+ Bm A7+ Bm Dm E A7+ Abre essa janela a Primavera quer entrar Bm E F#m F° Bm E Pra fazer da nossa voz uma só nota
F#m C#m Bm E Canto que é de canto que eu vou chegar, F#m C#m Bm E Canto e toco um tanto que é pra te encantar F#m C#m Bm E A7+ Canto para mim, qualquer coisa assim sobre você Bm E A7+ D E A7+ Que explique a minha paz,tristeza nunca mais
Escrito por Patente às 17:07
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Agência Nacional de Leitura
Agência Nacional de Leitura, órgão paraestatal como o Sebrae
“Queríamos um órgão que não sofresse risco de contingenciamento, para que seja possível uma política de Estado permanente”
Rachel Bertol escreve para “O Globo”:
O ano de 2006 é o tudo ou nada para os gestores de políticas do livro e da leitura no governo Lula:
em ano eleitoral, corre-se para aprovar, até o fim de março, a Agência Nacional de Leitura, órgão paraestatal que funcionará nos moldes de entidades privadas como o Sebrae, de incentivo a microempresas, ou o Serviço de Responsabilidade Social na Indústria (Sesi).
A principal meta é difundir o hábito de ler, através de ações variadas, como o apoio a bibliotecas, a capacitação de profissionais, a realização de pesquisas.
Os recursos virão da cadeia produtiva (editoras, distribuidores, livreiros, gráficas) que tem uma dívida social com o país:
no fim de 2004, o setor se beneficiou da isenção total de impostos e, em troca, se comprometeu a contribuir com 1% de suas vendas para um fundo de estímulo à leitura — o qual, mais de um ano depois, só recebeu cerca de R$ 1 milhão até agora, segundo o governo.
Isso num universo potencial de contribuições que se estima em R$ 85 milhões.
“Mas a Agência ainda não foi criada. Com a proximidade da aprovação do projeto, muitas empresas já começaram a contribuir de maneira mais efetiva. Foram as próprias empresas que sugeriram a contribuição voluntária”, afirma Galeno Amorim, presidente do conselho diretivo do Vivaleitura, nome dado às atividades do ano ibero-americano de leitura, em 2005.
Criação do Selo Pró-Leitura de responsabilidade social
No primeiro ano, estima-se que a Agência receberá R$ 45 milhões da cadeia produtiva, valor que poderá subir para R$ 85 milhões no segundo.
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Para garantir os recursos, as empresas que contribuírem ganharão o Selo Pró-Leitura de responsabilidade social, a ser exigido em editais de compra de livros pelo MinC ou pelo MEC, na obtenção de empréstimos no BNDES, assim como em outras medidas de estímulo.
A criação da Agência integra o Plano Nacional do Livro e Leitura, que será lançado na Bienal do Livro de São Paulo, em março, dentro das diretrizes básicas de uma política do livro até 2022.
“Queríamos um órgão que não sofresse risco de contingenciamento, para que seja possível uma política de Estado permanente. O entendimento com o ministro Antonio Palocci (da Fazenda) foi a criação de uma agência autônoma. Para cada real que o setor privado contribuir, o Estado brasileiro vai entrar com outro real”, afirma Galeno, que trabalhou na secretaria de cultura de Ribeirão Preto na gestão de Palocci.
Portanto, no cenário ideal, em seu primeiro ano a Agência poderá movimentar R$ 90 milhões, acima dos R$ 23,9 milhões que o MinC destinou ao livro em 2005.
Há ações urgentes que se esperam da Agência, como a realização de nova pesquisa sobre hábitos de leitura, já que a última foi realizada há seis anos.
O quadro da leitura no Brasil é grave, levando-se em conta que, segundo o Instituto Paulo Montenegro, somente um entre quatro jovens e adultos brasileiros consegue compreender totalmente as informações de um texto.
Hoje, a política do livro é de responsabilidade da Biblioteca Nacional, mas a nova Agência deverá absorver parte dessas atribuições. (O Globo, 21/1)
Escrito por Patente às 18:24
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